
Poderíamos ser mais felizes, mas não sabíamos
A lição vem de Vanuatu, país situado no Anel de Fogo do Pacífico, é altamente vulnerável a desastres naturais como terremotos, erupções vulcânicas, ciclones e

A lição vem de Vanuatu, país situado no Anel de Fogo do Pacífico, é altamente vulnerável a desastres naturais como terremotos, erupções vulcânicas, ciclones e

Numa corrida contra o tempo, a ciência pesquisa alternativas biodegradáveis ao plástico produzido por petroquímicos, ou ainda processos que consigam recicla-lo em larga escala para

Sabemos que o plástico está devastando a vida selvagem e assolando nossos oceanos, mas até agora sabemos muito pouco sobre os efeitos que os microplásticos

Cientistas preocupados com a degradação dos solos explicam a importância desse fator para a qualidade da vida na Terra e desenvolvem um método para os

Há cinco séculos eram milhões de paus-brasil na Mata Atlântica em diferentes estágios de desenvolvimento, intocados e respeitados pelos povos originários, seres da natureza como

No subsolo da floresta, esconde-se uma intrincada rede de comunicações que alguns já compararam à internet das árvores. É uma complexa teia de raízes de plantas e fungos que, embora invisível aos nossos olhos, é essencial à vida e ao armazenamento de carbono.

Ao contrário do que muitos imaginam, as árvores não são solitárias e trocam diversas informações com suas vizinhas, enviam alertas e doam nutrientes através de uma rede subterrânea de fungos, que funciona como um tipo de internet do reino vegetal.

Estamos nos aproximando de uma data muito importante – o Dia da Árvore (21 de Setembro). Apesar delas parecerem estar estáticas na natureza, na verdade elas estão realizando, o tempo todo, muitos movimentos imperceptíveis, que são fundamentais para nossa existência no planeta.

A concretização da cultura da macaúba como uma nova cadeia produtiva do agronegócio brasileiro está em curso para atender a bioeconomia de baixo carbono, de inclusão social e de alta rentabilidade. Como uma única planta poderia atender a tantos objetivos? Essa é a pergunta que o estudo realizado pela Embrapa “A nova cadeia produtiva da macaúba para bioprodutos e descarbonização” tenta responder.